Veterinários revelam a frequência ideal para higienizar o bebedouro do seu pet e evitar a proliferação de bactérias

Veterinários revelam a frequência ideal para higienizar o bebedouro do seu pet e evitar a proliferação de bactérias

A água oferecida ao seu cão ou gato pode parecer cristalina à primeira vista, mas o recipiente onde ela fica armazenada pode esconder um risco invisível para a saúde do animal.

O contato frequente da boca dos pets com a água, combinado com resíduos de alimentos e a umidade constante, cria o ambiente perfeito para o surgimento do biofilme.

Essa película fina e escorregadia acumula microrganismos e não desaparece com um simples enxágue rápido na pia.

Por esse motivo, médicos veterinários são unânimes ao recomendar a lavagem diária dos recipientes de água e comida com água quente e detergente neutro.

A higienização diária evita que a película bacteriana se fixe nas paredes da tigela. Além disso, também garante uma hidratação muito mais segura para os animais de estimação no cotidiano.

O perigo do biofilme e a falsa sensação de limpeza ao apenas repor a água

O biofilme é uma colônia de bactérias e resíduos orgânicos que se adere à superfície interna do bebedouro.

Como essa camada costuma ser quase imperceptível ao olhar, muitos tutores acreditam que a tigela está limpa e apenas completam o volume com água nova.

Contudo, simplesmente jogar o líquido antigo fora e colocar água fresca não remove os microrganismos grudados no fundo.

Especialistas da medicina veterinária, como Jamie Whittenburg e Kelly Hood, alertam que a mistura de saliva, calor e umidade transforma o pote de água em um foco constante de proliferação bacteriana.

Para manter a higiene em dia sem complicação, vale adotar hábitos simples no manejo diário do seu pet:

Escolha do material adequado e sinais para mudar a rotina no lar

A escolha do tipo de recipiente facilita bastante o trabalho de higienização no dia a dia da casa.

Potes fabricados em aço inoxidável e cerâmicas de alta qualidade são as melhores opções do mercado, pois possuem superfícies não porosas, resistentes e que podem ser lavadas inclusive em lava-louças.

Por outro lado, recipientes plásticos riscados devem ser descartados, pois os microsulcos criados pelos dentes ou garras acumulam sujeira e dificultam a desinfecção completa.

Se o pote do seu companheiro de quatro patas apresenta toque escorregadio no fundo ou costuma apenas receber reposição sem lavagem, é hora de mudar a rotina.

Dedicar apenas um minuto do dia para esfregar a tigela antes de encher com água fresca elimina o acúmulo de sujeira invisível e protege o bem-estar do seu animal.

Fonte: https://www.diariodolitoral.com.br/variedades/veterinarios-revelam-a-frequencia-ideal-para-higienizar-o-bebedouro-do-pet/

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